sábado, 16 de novembro de 2013

Noite de autógrafos



No dia 14 de Novembro de 2013, foi lançado no mercado meu novo filho:                       "Ecos do Passado"
A noite de autógrafos foi maravilhosa.  Toda preocupação por ser véspera de feriado não teve fundamento. 
Meus colegas de corais, conhecidos, parentes, e amigos de letras, como sempre me prestigiaram. 
Estou muito feliz. 
Agradeço a todos pelo carinho. 
Espero que gostem da leitura de "Ecos do Passado".
Ele vai passar a fazer parte da história de minha cidade, Araraquara, pois retrata a realidade de uma jovem que nasceu, viveu, casou-se, e continuou por aqui. 
O enredo se desenrola entre os anos de: 1939 a 2012.

A seguir algumas fotos do evento.




































terça-feira, 5 de novembro de 2013

Madrugada.




Madrugada.

O silencio impera sobre todas as casas e prédios da vizinhança.
Tenho a impressão que o mundo parou de girar.
Até mesmo os carros pararam de circular pelas ruas.
Uma chuvinha fina cai ali fora.
Escuto uma musica desafinada.
Apuro os ouvidos...
Descubro qual a causa...
É o tamborilar das gotas que se formam,
e aos poucos batem no peitoril da janela.
É uma madrugada preguiçosa.
O mundo todo dorme.
Eu como um anjo protetor fico a velar pelo sono de todos.

Maria (Nilza) de Campos Lepre – 17/10/2013

Saudades... Não tristeza...



Saudades... Não tristeza...

A tristeza do adeus a quem se ama é uma doença que ataca a alma. Enfraquece o nosso brilho interior.
A dor é insuportável, tão forte que não consegue ficar retida em nós, transforma-se em lagrimas, límpidas e cristalinas que desabam pelas faces, como se fossem frutos de uma nascente.
O choro mansamente vai acalentando as dores, mas vai deixando a marca do sofrimento, como uma cicatriz que ficará gravada em nós, em nossa alma. Vai estar presente a cada dia, mês ou ano...
As lembranças retornarão sempre, ao rever uma foto, um por do sol, uma flor, ou simplesmente ao observar a felicidade de alguém.
Sempre haverá uma forma de reviver alguém a quem se amou. Ela partiu, mas sua presença ficará para sempre incorporada em nós.
Vai chegar o dia em que a recordaremos sem dores, sem sofrimentos, apenas com muita, muita: Saudades.

Maria (Nilza) de Campos Lepre – 5/11/2013